Tag: meu animal de estimação

A Lídia postou sobre a fofa da Charlotte, e a Nina ficou com inveja… :)

1. Qual o nome do seu animal de estimação?

Nina, inspirado na Nina Simone.

2. Qual é a raça do seu animal de estimação?

Tecnicamente Lhasa Apso, mas acho que é uma mistura de Lhasa e Maltês, ou Ewok.

3. Qual é a idade dela?

Nina fará 8 anos em novembro.

4. Como você a adquiriu?

Na época eu tinha acabado de perder a Betsy (uma puddle de 10 anos) e estava na dúvida entre adotar e comprar. Queria adotar, mas estava com medo (minha mãe muito mais do que eu) de ganhar um demônio em forma de cão (na época eu não sabia que ‘demônio em forma de cão’ são cães, em geral, entediados). Então, para conquistar o ok de mamis, resolvi procurar uma raça mais adaptada a ficar sozinha. As pesquisas apontaram pelo Lhasa e a internet me mostrou essa foto de uma filhotinha com apenas uma orelha escura e um jeito engraçado de sentar. Foi paixão a primeira vista e na hora eu sabia que ela seria a minha Nina.

5. O que ela mais gosta de comer?

Gostosuras caninas (petisco de pato desidratado e biscoitinhos para cães principalmente), ração úmida, comidinha de cachorro que eu faço em casa, queijo e bluet (bluberry/mirtilo).

6. Há quanto tempo você tem seu animal de estimação?

7 anos e alguns meses.

7. O que ela faz que é muito engraçado ou fofo?

A Nina é toda fofa!! :P Acho graça quando ela me chama (brava) toda noite pra eu ir pra cama; quando ela leva todos os brinquedos pra perto do pote de ração (e esquece eles por lá); o jeito como ela se senta; acho fofo que o carinho que ela mais gosta é uma coçadinha no traseiro; e acho graça no amor que ela tem por gatos.

8. Como é a sua relação com seu animal de estimação?

Finalmente tenho um cachorro que me vê como alfa… hahaha! Temos uma relação que às vezes lembra duas senhorinhas rabugentas… ela dá umas broncas em mim (se eu não tiver intenção de dormir às 10 da noite), eu dou broncas nela (xixi fora do lugar), mas a gente se ama! Andar com ela é tranquilo, cuidar dela é tranquilo (fora o eventual xixi errado e um latido fora de hora, Nina se comporta muito bem), mas sinto culpa de não passar mais tempo com ela…

9. Situação engraçada que aconteceu entre vocês.

Ainda acho que a situação mais engraçada foi o roubo do alho poró de 2008. Quando Nina era filhota ainda, minha mãe resolveu plantar um bulbo de alho poró no quintal… não tinha passado nem uma hora quando vimos Nina deitada em seu canto preferido do jardim com o bulbo na boca e uma cara de que não tinha feito nada demais… hehehe.

10. Fale alguns nomes e apelidos que você chama o seu animal.

Ninotchka, Ninoca, meu fedôzin…

:)

Onde termina a Nina…

… e começa a neve?

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Ou, este é um daqueles posts que só servem para mostrar o quanto a Nina é fofa.

(Está nevando tanto lá fora! Daqueles flocões lindos e, na minha opinião, um pouco mágicos. Na terça à noite estava caindo dessa neve, e ver os flocões, mais as luzes e as árvores ficando todas branquinhas, mais a molecada jogando hockey no parque fez meu coração bater mais forte. Coisa mais canadense não há! E noites como aquela (e dias como hoje) são uma das razões d’eu amar tanto essa terra!)

:)

-20˚C…

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Ou o dia em que um rio caudaloso começa a congelar…

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e em que eu fiquei toda encantanda com esse processo de congelamento.

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Ou o primeiro dia do ano em que eu tive que pensar muito bem no que vestir* antes de sair de casa para não interromper o passeio da Nina por conta do frio (vulgo ontem à noite – quando fazia uns -18˚C e eu sai de casa com uma calça de moleton, casaco não tão possante, camiseta e luvas e não aguentei dar a volta no quarteirão – e os quarteirões daqui são pequenos… acho 1/3 do tamanho médio de um quarteirão de Montréal).

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Ou o dia que eu confirmo que Ste-Anne-de-Bellevue é bem mais fria que Montréal (já suspeitava desde o verão por conta do vento frio, mas agora afirmo categoricamente que sinto mais frio aqui – não que isso seja um problema).

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Ou o dia que eu torço para a previsão do tempo estar errada. Prefiro os -20C aos +7C com 15/20 mm de chuva que estão previstos para amanhã…

IMG_0764Ou o dia em que eu constato que a Nina está tão doida para andar no rio congelado quanto eu!

:)

* Se alguém do Brasil estiver curioso pra saber o que eu vesti, lá vai:

– sous-vêtement que eu comprei no Brasil antes de vir pra cá (da marca Quechua, comprado na Decathlon, se alguém estiver vindo pra cá no inverno e interessado – confesso ainda não ter achado outro tão bom e barato por aqui, o que parece loucura e que pode provavelmente ser explicado pelo fato de eu ainda não ter procurado com afinco)

– jeans skinny

– meia de esqui de cano alto, por cima do jeans (acho fofo e uso sempre assim com skinny ou legging, já que fica muito mais fácil tirar o meião quente quando eu chego no trabalho)

– camiseta

– jaqueta de fleece

– o mesmo casaco curto (altura do quadril) e não tão possante de ontem (meu conceito de casaco possante é o que me permite sair só de camiseta em dias com temperatura de -20C)

– luvas duplas (normalmente prefiro mitaines, mas como queria fotografar e continuar com os deditos quentinhos, optei por uma que eu devo ter comprado na decathlon também, de fleece por fora e um forro fininho por dentro)

– gorro

– fone de ouvido fazendo as vezes de cache oreille

– bota (não a de neve pq não está nevando)

Senti desconforto no rosto em horas de muito vento, mas fora isso andamos eu e Nina por quase 2 horas sem pressa e sem entrar em lugar aquecido, numa boa.

 

5, ou seriam 35…

Nina faz 5 anos hoje… meia década que passou rápido demais!!

Imigrar sem ela nunca foi muito uma opção (mamis tinha pedido para ficar com ela e eu aceitei meio que contrariada, afinal, não queria deixar minha mãe sem filha e sem companhia em casa… masssss… todos sabem como essa história acabou) e no fim, meu caminho de imigração está sendo traçado a 6 patas… hehehe…

Sim, por que boa parte das decisões que eu tomei até agora levaram muito mais a Nina em conta do que eu mesma… sem a Nina, teria ficado em qualquer cafofo nas primeiras semanas e procurado dividir um apê no primeiro ano para economizar a pouca grana que eu trouxe… Com a Nina, aluguei do Brasil (coisa que, honestamente, não recomendo) e, até hoje, ainda não consegui alugar minhas primeiras opções de apartamento porque nenhuma delas aceitava cães…

Mas, se em alguns aspectos é difícil ter imigrado com ela, não imagino minha vida aqui sem a Nina… agora que ela aprendeu a andar sem coleira, então?! Estamos nos divertindo horrores passeando por aí… os esquilos que se cuidem!!

:)

Bois Summit…

Hey peeps!

O parque Summit era um lugar que eu queria conhecer faz tempo… Mas era um parque que eu queria ir mais pela Nina… E como o acesso, via pés ou transporte público, é meio ruim (quando se está com cachorro, principalmente), acabei deixando pra lá… A idéia foi revisitada dia desses, quando lembrei que esse parque existia e vi que era agora ou nunca o momento de fazer uma visita.

O Summit fica no alto de Westmount e do belvedere (chamado Westmount Lookout) você consegue apreciar vistões assim…

Ao descer as escadas há um jardim bem simpático, de estilo inglês (ando com paixonite por jardins ingleses, acho que o cafofo novo terá um), com bastante bancos e sombra…

Nina aprovou!!

O parque Summit, que fica do outro lado da rua, é um santuário e observatório de passáros. Cachorros são super bem vindos e dependendo da época do ano podem andar sem coleiras, inclusive (o que é raríssimo por aqui).

E o fato de ser um santuário de pássaros faz do Summit algo bem diferente dos demais parques que eu vi por Montréal… ele é pura mata fechada com algumas trilhas… e só…

Li que na primavera o bosque fica repleto de flores silvestres… e fiquei morrendo de vontade de voltar na próxima primavera, já que hoje as únicas flores que eu vi foram essas aqui…

A mata é bem fechada, o que deixa o passeio super fresquinho!! Dizem que é um ótimo lugar para se refugiar em dias de canicule… eu não duvido!!

E como eu disse, não há nada mais que isso… mata fechada… trilhas… alguns cachorros com seus donos… muitos pássaros cantando… ouvi alguns cantos que eu nunca tinha ouvido e vi alguns passarinhos bem fofos (pena que eu não tenho ideia das espécies). Vi algumas latas de lixo, nenhum banco nem bebedouro… ou seja, não é exatamente um parque para ir passar o dia…

Mas, apesar de tudo isso, eu adorei!! Especialmente por conta da Nina… bichinha cheirou a novidade como louca!! No fim das contas fiquei triste por não ter ido lá antes… é um ótimo local para cães!

Agora… vou ser super honesta… chegar pode ser um perrengue!! Mesmo de carro. Errar o caminho em Upper Westmount pode significar algumas voltas e voltas pelo bairro… o negócio é tão tortuoso que existem ruas que cruzam com elas mesmas!! hehe

:)

Post canino, o retorno…

Eu tardo, mas não falho!! a.k.a. prometi um post sobre o que eu fiz ou deixei de fazer, o que valeu ou não valeu a pena, na minha listinha publicada originalmente aqui, sobre assuntos imigratórios caninos…

Vamos lá:

Eu separei minhas ações em etapas:

Pré-imigração

1. A Nina será castrada nos próximos meses. Ela foi castrada e, apesar de ter sofrido muito com a decisão nos primeiros dias do pós-operatório, vi que foi acertado. Fora todos os benefícios que todo mundo já conhece para a saúde dos bichinhos, alguns arrondissements dão descontos na taxa de registro anual para animais castrados. Minha dica é, castrando o animal no Brasil, traga um atestado do vet ou um ultrassom que comprove que o bichinho é castrado.

2. A Nina será chipada. Não chipei e acho que não pretendo chipa-la tão cedo… assim que tive certeza que a Nina poderia ir comigo na cabine deixei a questão do chip prá lá… Talvez eu revisite a questão em breve, especialmente pq aqui, se você opta por não renovar o bail, consierge pode entrar na tua casa para mostra-la para terceiros enquanto você não está… eu, honestamente, não confio muito no meu consierge… hehehe

3. A compra da caixa de transporte será feita com bastante antecedência, assim como a preparação emocional da Nina para a viagem. Isso eu fiz e deu super certo… a Nina nunca foi acostumada com carro, muito menos com caixa de transporte, então tratei de rodar um pouco mais com ela de carro para ela se acostumar com a casinha… não sei se isso foi a razão (até pq a preparação não foi nada muito focada), mas a Nina se comportou maravilhosamente bem em todo a viagem…

4. Nina fará um check-up geral ainda no 1º semestre de 2010. Também foi feito… Nina veio pra cá com saúde 100% e estoquinho de medicamento para a orelha (ela vira e mexe tem otite) e olhos… 

Saindo do Brasil

No que diz respeito  às formas de transporte de animais nas cias aéreas, CZI, e demais trâmites, eu confesso estar por fora. Mas continuo recomendando a leitura dos sites das cias aéreas, Ministério da Agricultura, sites dos aeroportos onde se vá pousar… enfim, toda informação para que possa ser útil… evitar surpresas desagradáveis é essencial…

No Québec

O que eu disse no primeiro post ainda vale… Cada cidade, e mesmo os arrondissements de Montréal tem suas próprias regras. Então o negócio é ler o regulamento de cada bairro para ver preço de licença, onde consegui-la, quantos bichos você pode ter em casa, onde ficam os parques caninos, as regras desses parques… etc…

Sobre o seguro saúde canino, bom, eu não fiz e não estou pensando em fazer (ainda)… Eu estava morrendo de medo da Nina estranhar tudo, virar um ser ultra-alérgico e tudo o mais, mas a bichinha se adaptou super bem!! 

Então acho que é isso… hehehe… Um resumo bem resumido: me estressei horrores por conta de viajar com ela, no final foi muito mais fácil do que o previsto, mas achei que todo o estresse foi válido…

:)