10 álbuns que marcaram a minha vida…

Inspirada pela Lídia, resolvi fazer minha listinha também. Afinal, nada mais legal que tentar reduzir uma vida de amor à música em míseros 10 álbuns! hehe

Os álbuns não estão listados na ordem em que mais marcaram…

Björk, ‘Homogenic’. 

É incrivelmente difícil para mim escolher apenas um álbum da Björk (não sei se havia regra para essa lista, mas eu resolvi não repetir artistas). Ela marcou muito minha adolescência e os tempos da faculdade de cinema. Ainda hoje lembro a primeira vez que vi um videoclipe dela e fiquei fascinada. Com a voz, os ritmos, o visual do vídeo. Tanto que quando o clipe passou novamente tive que chamar mamis pra conferir. Mamis não ficou impressionada, mas mamis não ficava impressionada com nada do que eu ouvia naquela época. ;) Entre os 3 primeiros álbuns dela (os meus favoritos, ainda hoje) fico com o Homogenic porque foi o único que eu de fato comprei na época… hehe. Penso que o fato de eu te-lo comprado significou alguma coisa…

The Smashing Pumpkins, ‘Mellon Collie and the Infinite Sadness’

Ouvir esse álbum me dá uma saudade enorme dos amigos da adolescência. Não que nós fossemos obcecados por Smashing Pumpkins, mas pra mim eles definem musicalmente o que meados/fins dos anos 90 foi pra mim. Uma trilha sonora sentimental, por assim dizer. :) Se fica faltando um link para o álbum, deixo um dos meus vídeos favoritos ever… Bandas ganham ainda mais meu coração quando fazem clipes homenageando filmes que eu amo – deixo o link da versão colorida à mão).

Hole, ‘Live Through This’

Sim, eu curtia a banda da Courtney Love. Judge me. Hehe. Mas a verdade é que achava e continuo achando esse álbum fantástico! Poucas bandas dessa época eram formadas majoritariamente por mulheres, e menor ainda era o número de bandas que colocavam questões femininas nas letras das músicas… Hole ganhou meu coração por ser uma banda feminina. Judge me. ;)

Van Morrison, ‘Astral Weeks’

Já falei do meu amor por esse álbum do Van Morrison aqui. Continua entre os álbuns que sempre são ouvidos por aqui. Favoritas da vida: ‘Sweet Thing’ e ‘The Way Young Lovers Do’.

Joni Mitchel, ‘Blue’

Meu gosto musical sempre foi mais hipongo que roqueiro, mas se eu curto muito Bob Dylan,  Joan Baez, Pete Seeger et al,  eu não consigo citar um álbum deles que me marcaram, apenas músicas… Seria culpa do download de música na virada do milênio? (lembro que era difícil baixar álbuns, iria demorar dias com a velocidade da internet naquela época… tu buscava um artista e ia baixando as músicas que te interessavam… hehe)  ‘Blue’ foi a exceção e ainda ouço sempre. E das minhas tradições pessoais, sempre faço questão de ouvir ‘River’ no inverno. Ô musiquinha perfeita pra definir o sentimento de uma estação. E se um dia for forçada a me exilar no Brasil, certeza que todo começo de dezembro sairia cantando ‘I wish I had a riiiiveeeer, I could skaaaaaate awaaaaay oooooonnnn’.

Pixies, ‘Doolittle’

Eu adorava Pixies, ou melhor, algumas músicas deles. Uma amiga me emprestou o CD do Doolittle e disse pra eu não ir direto  pro ‘Here Comes Your Man’ e ouvir a bagaça toda… Foi uma revelação! hehehe E realizei o sonho de vida de ve-los tocando ao vivo no começo desse ano.

Tété, ‘À la faveur de l’automne’

Acho que a tendência, ao se falar em músicas que marcaram, é pensar na adolescência. Talvez a época em que as experiências são mais intensas? Ídolos sejam mais importantes (acho tão engraçado ver os adolescentes que eu conheço fazendo declarações de amor incondicional para cantor X, ator Y). Enfim… Tété não marcou minha adolescência, mas embalou meu processo de imigração no Brasil, e consequentemente embalou minha rotina com mamis e o câncer. Merece estar nessa lista.

Betânia, Caetano, Gal e Gil – ‘Doces Bárbaros’

Ouvi Betânia, Caetano, Gal e Gil desde sempre… (obrigada mamis!) Mas nunca tinha ouvido falar nesse projeto dos quatro até fuçar nos discos de um amigo (aparentemente o samba da Mangueira em homenagem ao grupo não ficou gravado na minha memória). E foi amor à primeira ouvida. E à segunda, e à terceira… o amigo já devia estar de saco cheio pq toda vez que eu ia lá, pedia pra por o vinil dos Doces Bárbaros. E, coincidências lindas da vida, um tempo depois do início da minha obsessão, eles celebraram os 30 (??) anos da formação com uma série de shows gratuitos na Praia de Copacabana (a cada mês um deles se apresentava sozinho, e no final, um show com os quatro reunidos novamente), e eu, obviamente, fui em todos. Hoje não ouço Doces Bárbaros tanto quanto antes, mas esse álbum marcou uma era – faculdade de cinema, Niterói, o apartamento da Natacha, Lia e André.

Ah, o álbum foi seguido de um documentário super legal. Recomendo!

Pearl Jam, ‘Ten’

Ah… Eddie Vedder. Suspiros adolescentes. Suspiros adultos. Sem mais.

The Beatles, ‘The Beatles (White Album)’

Rubber Soul, Revolver e Sgt Pepper podem ser (ok, são) mais revolucionários, ou melhores… mas o ‘White Album’ era (e talvez ainda seja) o meu favorito.

Vixi… já foram os 10 e acabou a lista…

:(

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4 pensamentos sobre “10 álbuns que marcaram a minha vida…

    • Demais! Fazer listinhas de coisas importantes na nossa vida faz bem!

      Pois é, faltou brasileiros na sua lista! :P E notei que sua lista é extremamente influenciada por bandas mais ‘pesadas’, o que eu não esperava!! hahaha

      Bjin!

  1. Pingback: 10 álbuns que marcaram minha vida | Brazucoise

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