Montréal en Lumière, Nuit Blanche e a razão do meu cansaço…

Hey peeps…

Acho que todo mundo deve saber que a durante a última semana estava rolando a festa das luzes por aqui…

Eu, que curto um programinha desses, não podia deixar de dar uma espiadinha, néam!?

Ano passado eu fiquei azeda de vontade de ir em duas coisas: na roda gigante e no tour de lanternas pelo museu Redpath… em ambas as filas eram proibitivas… especialmente por conta do frio e do amigo que não estava preparado para ficar horas outdoors com temperatura de -22˚C… Nesse ano resolvi que iria nos dois (e em mais um monte de coisa… fico até com vergonha em mostrar minha listinha… ela mostra perfeitamente o quanto eu sou “sem noção”… hehehe… seria impossível conseguir dar conta de ver tudo)…

Então resolvi ir até a Place des Arts durante a semana, na tentativa de evitar o vuco-vuco, as filas e quem sabe conseguir andar na roda gigante… e deu certo!! Tão certo que não penso em incluir a Place des Arts no meu roteiro da Nuit Blanche nos próximos anos…

Primeira parada da Nuit Blanche foi o museu Redpath… 1 hora na fila… eu despreparada para o frio (novidade!?)… mas o tour de lanternas é muito legal!! Poderia ter sido mais legal se eu tivesse levado a minha própria lanterna (momento meio “D’oh!”, eu sei… mas o site não diz que a gente tem que levar… e eu acabei achando que apenas os guias poderiam iluminar o tour)… E eu, que passei a noite carregando um tripé, não o usei nenhuma vez… ou seja, aguentem muita foto de exposição prolongada tremida… hehehe…

Ah, dica amiga… o museu Redpath não é legal para quem não curte taxidermia… a quantidade e variedade de bicho empalhado é enorme…

Depois de um bate perna tentando ver algumas das instalações na região do metro St-Laurent e do Art Souterrain, fui até o Centre d’histoire de Montréal ver o Ciné-Labirinthe des Quartiers Disparus. Um labirinto cheio de projeções de curtas da ONF sobre Montréal… gostei muito! Tanto que deixo a listinha com os curtas exibidos:

Au hasard du temps, de Jacques Giraldeau (1964)

Patinoire, de Gilles Carle (1963) – Um dos meus favoritos!

Les Habitations Jeanne-Mance, Eugene Boyko (1963)

– Déneigement, Leslie McFalane (1956) – não encontrei no site da ONF

Montréal by Night, Jean Palardy e Arthur Burrows (1947) – Também um favorito meu!

Au bout de ma rue, Louis-Georges Carrier (1958)

– Impression of Expo 67, William Brind (1967) – não encontrei no site da ONF

– Urbanose vol. 5: L’automobile, Michel Régnier (1972) – não encontrei no site da ONF

Eu ainda tentei ir até a Notre-Dame mas eles já haviam distribuido todas as senhas… ou seja, a fila não era garantia de que eu conseguiria entrar… vencida pelo cansaço (já eram quase 2 horas da matina e eu já estava a mais de 12 horas fora de casa – contei que fui num chá de bebê antes!? pois é…) e pelo frio, voltei pra casa…

Jurei para mim mesma que no ano que vem vou curtir o festival com moderação, ou até não ir na Nuit Blanche (O.o)… mas eu sei que vai ser quase impossível… eu vejo a programação e quero fazer tudo!!! hehehe

:)

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Um pensamento sobre “Montréal en Lumière, Nuit Blanche e a razão do meu cansaço…

  1. lindo lindo lindo!!! Mas n teria coragem de ir no museu pois tenho pena de ver bicho empalhado.
    Me arrependo de não ter visto nada disso quando estava aí ……. curso longo + distancia me cansavam muito.
    Esse anjo tá lindo

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