3 coisas…

Sumi… eu sei… mas entre vida corrida que já é rotina, a falta de espaço no HD para descarregar fotos, ter resolvido dar lar temporário para um gatinho e integrar o gatinho na rotina de casa, o tempo para blogar sumiu…

E como é muito mais fácil ficar respondendo meme do que escrever sobre algumas outras coisas que estão na cabeça (e na câmera ainda não descarregada), fiquem com as minhas respostas para o meme que vi um tempo atrás no HelloLola.

3 coisas que mal posso esperar 
– o inverno… eu sei, eu sei… ainda quero aproveitar a folhagem (se ela sobreviver ao vento de hoje), mas assim que elas caírem, quero neve pra patinar, fazer snowboard e snowshoe
– o fim da reforma do condo
– 2016

3 coisas que me dão medo 
– morrer em casa sozinha e só perceberem dias depois
– câncer
– a boneca da Xuxa

3 coisas que me dão preguiça 
– festas com muitos brasileiros
– faxinar a casa
– sair de casa quando está muito quente ou chovendo

3 coisas de que eu gosto 
– tirar um cochilo à tarde
– brunch aos domingos
– estourar plástico bolha

3 cheiros que eu gosto 
– grama molhada
– café
– o cheiro da Nina

3 cheiros que eu não gosto 
– produtos de limpeza em geral
– o centro Montreal depois de dias de chuva
– esgoto

3 comidas GIMME MORE 
– qualquer coisa do restaurante da Tia
– ramen
– caldo verde

3 comidas “prefiro a fome” 
– arroz com feijão
– frango à cabidela
– qualquer coisa com adoçante

3 redes sociais favoritas
– instagram
– goodreads
– ??

3 redes sociais desgracentas 
– linkedin
– facebook
– snapchat (ainda não entendi o propósito do negócio, aka I’m too old for this shit)

3 bebidas preferidas 
– vinho (com uvas pinot de preferência)
– água
– lassi de manga

3 bebidas que URGH 
– qualquer coisa na versão ‘diet’
– energéticos
– vodka

3 coisas que eu quero fazer 
– uma roadtrip
– tirar um sabático de 6 meses para viajar (com Nina e agora o gato… aham…)
– aprender a costurar

3 coisas que eu deveria fazer
– procurar um novo emprego com mais afinco
– melhorar meu planejamento financeiro
– pintar meu quarto

3 coisas que eu sei fazer 
– cozinhar
– ser passivo-agressiva
– procrastinar

3 coisas que eu não sei fazer 
– tricotar
– maquiagem
– manter a casa organizada

3 coisas que estão na minha cabeça 
– tenho que sair, mas a chuva com granizo me impedem
– tenho terminar de organizar a casa, ou pelo menos o quarto, ou pelo menos a cozinha…
– tenho que fazer a lista de compras da semana

3 coisas que eu falo bastante 
– porra
– fuck
– I’m too old for this shit

3 assuntos de que eu falo bastante 
– cinema
– livros
– a situação politica / econômica / social do Brasil, do Canada, do Quebéc, de Montréal…

3 coisas que eu quero 
– um poster ‘Love You Live’ dos Rolling Stones… não precisa ser o original, mas queria uma cópia de boa qualidade (o que eu vi até agora nas internets me parece ter uma qualidade duvidosa)
– uma tatuagem
– um credenza, de preferência original dos anos 50, de preferência por $10

3 coisas que me acalmam 
– dar carinho pra Nina
– ler
– assistir filmes ou seriados que já assisti mil vezes

3 coisas que me estressam 
– meu emprego
– engarrafamento
– o Brasil

3 coisas que eu vou fazer essa semana 
– trabalhar
– 2 ou 3 aulas de ballet
– assistir a OSM tocar “Pássaro de Fogo’ do Stravinsky e ‘Bolero’ do Ravel.

3 coisas que eu fiz na semana passada 
– assisti ‘Tempos Modernos’ com acompanhamento da OSM
– li ‘Hunger Games’ em menos de um dia
– comi um ramen muito do bão no Kinka Izakaya

:)

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Aracnofobia…

Meu terraço está tomado por aranhas…

Uma daquelas coisas que ninguém te conta quando você se muda pra essas terras do norte é que os insetos daqui são um tanto quanto diferentes… uns tem um quê meio pré-histórico… as moscas são só cabeça e olhos… as picadas dos pernilongos doem muito mais (mas eu não sou alérgica aos daqui então acho que estou no lucro)…  algumas abelhas tem um amarelo quase fluorescente (às vezes me pergunto se não é mutação por anos em contato com pesticida :P)… e as aranhas, as aranhas são enormes (se comparada com as aranhas de jardim super mequetrefes que habitavam minha casa em São Paulo) e muito mais numerosas, em quantidade e espécie…

 Mas se o título desse post é aracnofobia, eu não me considero necessariamente uma pessoa que tem horror a aranhas – cheguei bem perto delas para tirar fotos e não tive taquicardia ou algo do gênero. Eu simplesmente não consigo matá-las… penso na gosma que eu vou ter que limpar, penso que elas são ótimos agentes de controle de insetos, e acabo por desistir dos meus instintos assassinos. Me contento em remover teias e tá ótimo.

Só que passei algum tempo sem sair no terraço e as aranhas (e as teias) tomaram conta… e com tanta teia para tirar, e aranha que vai ser relocada a força, me pergunto se elas não vão fazer um motim digno de filme, pular em mim… me picar… talvez o terraço possa ser delas… talvez eu sofra de aracnofobia…

:)

Dos festivais ‘bobinhos’…

Hey peeps!

No fim de semana retrasado eu voltei pra minha antiga terra (a fofíssima Ste-Anne-de-Bellevue) para prestigiar o tradicionalíssimo festival do alho. Desde que me mudei pra Verdun não passava por aquelas bandas. Não estava necessariamente com saudades (pelo menos não da cidade, pelo menos não por enquanto), mas como sempre, é bom voltar…

Eu disse que não estava com saudade da cidade em si, mas da feirinha de sábado (também conhecido como Marché Ste-Anne)… nossa, que saudade! Na verdade é uma das coisas que mais me fazem falta na vida atual. Os marchés locais suprem minhas necessidades semanais, mas ter contato com os produtores e comer os alimentos mais frescos faz falta. Sem contar que era gostoso ter o ritual de todo sábado de manhã, sair de casa cedinho, dar uns passos e chegar no mercado… fazer minhas compras, bater papo com os produtores, comprar uns croissants fresquinhos pra serem comidos em casa, acompanhados de um cafézin… Nham!

No fim das contas, não tirei muita foto da estrela do dia… mas tinha alho de todas as formas e para todos os gostos! Espécies diferentes (variam muito no tamanho e sabor), alho de verão (fresco, sabor mais delicado), alho de inverno (seco, é que a gente mais encontra no supermercado), alho defumado, alho negro, flor de alho, chips de alho, conservas… É pra desencanar do bafinho e abraçar a causa!

Dos festivais ‘bobinhos’* que dão sempre vontade de voltar… O próximo em Ste-Anne? Festival do Tomate!

E por falar em eventos bobinhos*… no fim de semana passado rolou mais uma festividade de rua aqui em Verdun… com direito a festival de Marionetes. E eu não consegui não ir…

Sou fã desses eventos de rua que todo bairro por aqui faz!

E nesse fim de semana prolongado, que marca o fim do verão, acontecerão outros tantos festivais de rua pela cidade… Como não amar?

:)

* Chamo de festival ‘bobinho’ esses festivais de rua, que a gente vai mais pra comer e socializar, porque eles não oferecem nada muito além de coisas para comer e um ambiente para socializar… lembram muito as quermesses da minha infância… Sou mais um evento ‘bobinho’ do que qualquer evento da Fórmula 1… ;)

3/52 Objetos…

Objeto #3 – São Longuinho (!!!)

Onde: na estante da sala, junto com a suculenta e os filminhos

D’Onde: alguma lojinha de produtos religiosos? Honestamente não sei… minha mãe apareceu com esse São Longuinho (!!!) e eu achei hilário… nunca achei que Longuinho fosse um santo “de verdade”… apenas a superstição favorita dos esquecidos.

Da categoria ‘coisas que eram da minha mãe e não consegui me desfazer’.

:)

2/52 Objetos…

Objeto # 2 – Late Late

Onde: no aparador da janela do quarto

D’Onde: ganhei de um amigo do meu pai no meu aniversário de 5 anos…

Late Late é meu bicho de pelúcia mais amado… Companheiro inseparável de uma filha única. Por anos serviu como substituto de um cachorro de verdade (e de humanos, quando eu queria brincar mas não tinha companhia – Late Late sabe jogar banco imobiliário como ninguém! :P ).

:)

1/52 Objetos…

Existem gazilhões de projetos de 52 semanas por aí, e um dos que eu sempre quis fazer é o de 52 objetos. Considerando que eu estou (acho que novamente) num processo de reduzir coisas, diminuir a bagunça física na esperança de ajudar com a bagunça mental, achei propício postar aqui a cada semana um objeto que não vai ser jogado fora / doado / vendido porque traz alegria ao meu coraçãozinho…

Objeto #1 – Máscara de teatro Nô 

Onde: na parede da sala

D’onde: feirinha de antiguidades na entrada do templo Yasukuni, em Tóquio.

:)

A louca do livro…

Hey peeps!

Eita post enrolado…  o desafio temático que a Lidia postou semanas meses atrás, e eu me propus a fazer, saiu apenas hoje… A essa altura nem vou dar mais desculpas. ;)

1. Livro favorito da sua infância.

Eu achei que tinha trazido comigo do Brasil, mas aparentemente não trouxe… O livro nem é meu, tecnicamente é da minha tia, mas ele estava em casa há anos e foi bem amado por mim. É um livro com diversos contos de fada, mas eu não lembro do nome especificamente. Uma capa linda, e ilustrações lindas. Ainda hoje minha história de fada favorita é a ‘Pele de Asno’ e veio desse livro.

2. Melhor barganha.

‘Love in Time of Cholera’ do Gabriel Garcia Marquez. Existe um sebo de livro em Ste-Anne-de Bellevue criado para ajudar o hospital de veteranos. O esquema do sebo é o seguinte: você doa seus livros e eles revendem por $1 dollar (ou talvez $2, confesso que não lembro, mas o valor era ridículamente baixo, quase dado)… Um dia achei essa edição, em condição excelente (provavelmente nunca lido), e resolvi levar pra casa.  Até o voluntário comentou que eu tinha me dado muito bem.

3. Um livro com a capa azul.

‘Flush’ da Virgina Woolf. Se você gosta gosta de antromorfismo na literatura – esse livro é para você!

4. Menos favorito do seu autor favorito.

Meu autor favorito ainda é o Salinger. Mas eu gostei de todos os livros dele que eu li… E o meu menos favorito dele – ‘Raise High the Roof Beam, Carpenters / Seymour, An Introduction’ ainda é melhor que muita coisa que eu já li nessa vida.

5. Não me pertence.

‘The Thing Around Your Neck’ da Chimanda Ngozi Adichie, por que é o livro da biblioteca que estou lendo no momento já li.

6. Um livro que eu daria de presente.

Depende muito do gosto do presenteado, mas acho que daria Salingers e Kerouacs the presente

7. Esqueci que tinha!

Cataloguei meus livros faz pouco tempo… daqui um ano, provavelmente vou esquecer que tenho um livro do Dylan Thomas.

8. Tenho mais de um exemplar.

Desde que eu me mudei do Brasil não tenho mais de um exemplar de um livro… Já com os filmes… o problema é outro… hahaha!

9. Capa do filme ou da série.

‘My life in France’ da Julia Child. O livro é uma delícia, mas a capa é o do filme ‘Julie & Julia’, que eu odiei.

10. Me lembra de alguém querido.

‘Antologia Poética’ do Vinícius de Moraes. Era da minha mãe.

11. Preciosidade comprada em sebo.

Ainda não comprei nenhuma preciosidade em sebo… ainda não achei aquele livro querido ou aquela edição que eu sempre quis… O dia que eu comprar, eu conto.

12. Finjo que já li.

Oi?

13. Me faz rir.

Estou lendo ‘Good Omens‘ do Terry Prattchet e Neil Gaiman e estou gargalhando a cada parágrafo… Estou ainda no começo, mas o livro é tão irônico e hilário que, se continuar assim, vai ganhar o título de livro mais divertido que já li na vida.

14. Um velho favorito.

Deu branco.

15. Pai fictício favorito.

Nenhum… Talvez com seriados eu consiga fazer uma lista de pais favoritos…

16. Não consigo acreditar que não foi lido por mais gente.

São tantos os livros que deveriam ser mais lidos. Não consigo escolher apenas um.

17. Clássico do futuro.

Não tenho bola de cristal e não sei se manjo tanto assim de literatura pra prever o que vai ser clássico. Contanto que ’50 Tons de Cinza’ não seja considerado um clássico, tô de boa…

18. Comprei porque alguém me recomendou.

‘O Jogo da Amarelinha’ do Julio Cortázar. Indicado à exaustão por um professor fantástico de uma das melhores matérias que cursei na vida, oficina de texto, na UFF.  Quase não escrevi, mas li muito e discutimos muita literatura.

19. Ainda falo sobre esse livro.

Sei lá… falo sobre tantos livros… :)

20. Capa favorita.

Ando babando pela coleção Couture da Penguin Books… O único problema? São ‘paperback’… se fossem capa dura, pensaria no investimento com carinho. :)

21. Leitura de verão.

‘On the road’ do Jack Kerouac. Ou ‘Vagabundos Iluminados’, também do Kerouac… na verdade acho literatura de viagem uma ótima pedida para o verão.

22. Esgotado.

Sei lá… se eu for checar qual livro meu está esgotado, eu não termino essa lista nunca! :P

23. Fui obrigada a ler na escola.

‘A ilustre casa de Ramires’ do Eça de Queiroz. Confesso que realismo português não é a minha. ‘Primo Basilio’ teria sido o suficiente, mas não, a professora selecionou dois livros do Eça para a gente ler…  hehehe

24. Me prendeu do começo ao fim.

Lia com muito mais afinco antes das mídias sociais e hoje, apesar de empolgada com uma narrativa, não consigo não parar para checar um status aqui e ali… Dito isso, ‘Mar me quer’ do Mia Couto me prendeu recentemente… por ser curtinho, li em duas sentadas… hehehe…

25. Nunca consegui terminar.

‘Guerra e Paz’ do Tolstoi. Quando tinha 16 peguei uma tradução antiga (do inglês) na biblioteca municipal de Sto. André e enquanto lia me perguntava qual a razão daquele livro ser considerado um dos clássicos da literatura mundial… Quero me dar de presente uma tradução melhor, direta do russo, e tentar novamente.

26. Deveria ter vendido mais.

São muitos os livros que deveriam ser mais lidos. Ênfase no lido e não vendido – sou fã assumida das bibliotecas públicas.

27. Gostaria de ser um dos personagens.

Confesso que, ao ler livros, morro de vontade de conhecer os lugares, mas não necessariamente ser um personagem.

28. Comprado na minha livraria independente favorita.

Eu não tenho uma livraria independente favorita… #lágrimas

29. Livro que eu mais reli.

Os livros da infância, provavelmente. Depois de adulta eu quase não reli muita coisa… me lembro de reler Vida Secas, e os primeiros livros do Harry Potter… hehehe.

30. O que eu salvaria em caso de incêndio.

Vou ser super honesta e dizer que eu salvaria meus filmes primeiro em caso de incêndio… se o tempo permitisse, salvaria os livros em português.

:)

Meme: 5 esportes que eu praticaria…

Eu amo fazer ballet e financeiramente ele já ocupa praticamente todo o meu budget ‘esportivo’ (não considero o ballet um esporte, mas entre as milhões de razões pelas quais eu resolvi fazer ballet uma delas é o condicionamento físico que ele proporciona).

Maaass, se não houvesse ballet na minha vida, deixo uma listinha de esportes que eu adoraria praticar já que academia nunca foi e nunca será um lugar que me agrada.

5. Esgrima

Sempre achei o máximo! Mas deve ser um desses esportes cuja realidade me faria desistir depois de umas semanas… Fico imaginando o suador que eu iria passar naquelas roupas e máscara…

4. Patinação artística no gelo

Patinar no gelo é algo que faço com freqüência no inverno, mas minha patinação não tem absolutamente nada de artística… hehe. Adoraria aprender a girar e fazer coisas lindas no gelo. :)

3. Ginástica artística

Lembro de ter ficado encantada com a ginástica artística nas Olimpíadas de Seul e devo ter assistido todas as competições olímpicas desde então… Como tudo na minha infância, até existia a possibilidade de eu fazer (tive sorte de crescer numa cidade em que se fomenta o esporte), se os horários fossem compatíveis com a disponibilidade quase mínima da minha mãe…

2. Canoagem

Quando se mora num país com uma das maiores proporções de lagos por habitante do mundo, querer fazer canoagem é meio óbvio… Já fiz duas vezes, dois anos atrás, e tenho vontade de praticar com freqüência… é realmente uma questão de acertar um budget pra isso.

1. Ginástica rítmica

Junto com o ballet, foi uma das coisas que eu adorei começar a aprender na infância (suspeito que o intenção da minha mãe era me inscrever na ginastica artística, mas acho que só a rítmica era oferecida aos sábados), fiz por muito pouco tempo (desenvolvi esporões, ê corpinho que vive inflamando desde a infância… :/) e passei o resto da vida sentida de não ter continuado…

Super possível essa minha lista, não!? hehehe…

:)

Crédito das fotos: 1. 2. 3. 4. 5.

E deu-se início à era das tapiocas no café da manhã…

… depois de anos frustrada por não conseguir acertar a receita!!

Antes de imigrar tentei aprender com a Tia que faz as tapiocas perfeitas. Quando cheguei, e a larica bateu, vi alguns vídeos no Youtube, tentava fazer, mas sempre errava o ponto da massa… até que um dia vi o vídeo com a receita no canal de um casal de amigos e finalmente consegui acertar, e acertar, e acertar. Hoje eu me considero proficiente na arte de fazer tapioca e as bichinhas ficam igualzinhas as da minha Tia! Nham, nham, nham!!

E como o que é bom deve ser compartilhado, deixo o vídeo aqui para os perdidos como eu com larica de comer tapioca:

:)